Consumo de Café em Cápsulas
Consumo de Café em Cápsulas
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Conheça o perfil dos consumidores de café em cápsulas, através de uma análise realizada pelo Fonebus e TGI da Marktest.
Grupo Marktest
4 dezembro 2012

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Segundo a mesma fonte, o consumo de café em cápsulas (51.2%) é o mais popular entre os consumidores de café em casa, ultrapassando o café moído em 4.4 pontos percentuais. Estes dados Fonebus vão ao encontro dos mais recentes dados Target Group Index - Portugal (TGI).

De acordo com os dados TGI 2012, dos indivíduos com mais de 18 anos que beberam café em casa no último ano, a maioria bebe-o com regularidade (91.4% consumiu no último mês). Segundo a análise de tendências, 2012 é o primeiro ano em que as cápsulas assumem a liderança na forma como os portugueses bebem café no lar, ultrapassando o consumo de café moído.

A este shift na forma como se está a beber café não é com certeza alheia a invenção de Eric Favre, que no final da década de 70 ao serviço da Nestlé, criou uma máquina com sistema de cápsulas para substituir o tradicional método de café moído. Depois de múltiplas parcerias para a produção de máquinas com esse sistema, o conceito acabou por vingar e foi já no ano de 2003 que chegou a Portugal pela mão da Nespresso.

Hoje, o mercado português, em função do evidente interesse do consumidor, apresenta mais alternativas. Quer seja através de cápsulas compatíveis (MDD e outras marcas) com máquinas Nespresso, ou através de máquinas semelhantes de outras marcas, o consumidor português tem à escolha uma maior diversividade de produtos para o consumo de café no seu lar.

Relativamente às marcas de cafés consumidas em casa (moído e/ou cápsulas), os dados mais recentes TGI realçam o facto do top 5 ser tomado pela Delta (46.5%), Nespresso (31.4%), Sical (15%), Nescafé Dolce Gusto (13.9%) e pela MDD Pingo Doce (12.9%), que além da venda de café moído e/ou cápsulas, apostou na comercialização de uma máquina de cápsulas própria, produzida em Portugal e por uma empresa nacional.

Perante este novo paradigma no mercado como estarão estas e outras marcas a comunicar? Conhecerão em detalhe o consumidor de café em casa e o cada vez mais relevante consumidor de café em cápsulas?

De acordo com os dados TGI 2012, as diferenças de perfil acentuam-se quando confrontados os consumidores de café em cápsulas e os consumidores de café moído. Enquanto os primeiros são sobretudo adultos entre os 18 e os 44 anos de idade (54.7%), residentes na Grande Lisboa (23.6%) e das classes A/B (24.4%), os segundos, apesar de tendencialmente mais velhos, apresentam um perfil sociodemográfico em linha com o universo em estudo (maiores de 18 anos em Portugal Continental).

Os consumidores de café em cápsulas também se revelam, segundo o TGI, mais atentos aos desenvolvimentos tecnológicos (77.3%), fieis às marcas que gostam (69.2%) e mais dispostos a pagar por produtos de qualidade (68%). Destacam-se pelo gosto em viajar para o estrangeiro (68.3%), em experimentar novas receitas (67.1%) e em coerência com as cápsulas disponiveis no mercado português - 100% recicláveis - dão preferência nas suas escolhas a companhias que retribuem com algo à sociedade (66.8%).

A amostra do Fonebus é constituída por 801 entrevistas, representativas do universo 18 e mais anos, com um erro amostral máximo de 3.46 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. A recolha de informação, com recurso ao sistema CATI, decorreu entre os dias 20 e 23 de Novembro.

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