Os madeirenses e a Internet

A Novadir realizou recentemente uma sondagem sobre os hábitos dos madeirenses em relação à Internet. A Marktest.com teve acesso ao estudo e apresenta uma análise comparativa da situação do Continente e daquela Região Autónoma.

De acordo com os resultados do estudo da Novadir, 19% dos madeirenses (15 e mais anos) utilizam a Internet. No Continente, esse valor sobe para os 26.3%, de acordo com o estudo Bareme Internet da Marktest.

Os resultados de ambos os estudos coincidem quanto às tendências que os principais aspectos inquiridos registam em ambas as regiões: os homens utilizam mais a Internet do que as mulheres; os jovens são igualmente internautas mais frequentes do que os mais idosos; a utilização é feita essencialmente em casa, especialmente para divertimento, fins profissionais e formação pessoal.

Estas tendências não escondem, no entanto, menores referências na Madeira do que no Continente, onde a Internet tem maior penetração e utilização.

Junto dos internautas, a percentagem de indivíduos que afirma utilizar a Internet em casa é bastante próxima nas duas regiões: 68.4% no Continente e 67% na Madeira. Já a utilização da Internet no local de trabalho apresenta maiores diferenças: no Continente, 42.3% dos internautas utilizam a Internet neste local, face aos 34% de internautas madeirenses que também acedem a partir daí.





No que diz respeito às finalidades de utilização da Internet, encontramos mais diferenças regionais: no Continente as principais finalidades prendem-se com o divertimento e fins profissionais, referidos por 54.6% e 54.4% dos internautas; na Madeira, surge em primeiro lugar a formação pessoal, referência de 42% dos indivíduos, logo seguida do divertimento, com 40% de respostas. A maior diferença regional nesta matéria diz mesmo respeito aos motivos ligados à formação pessoal, que é mais frequente na Madeira do que no Continente.

O estudo Bareme Internet da Marktest é representativo dos residentes no Continente com 15 e mais anos. A sondagem da Novadir foi feita por amostra aleatória de 615 entrevistas telefónicas (323 mulheres), realizadas no arquipélago da Madeira entre os dias 18 e 24 de Julho 2002 junto dos residentes nessa Região com 15 e mais anos.



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