Mundo mais perigoso após o 11 de Setembro

Os inquiridos no Barómetro Marktest/DN/TSF de Setembro acham que o mundo está mais perigoso, cinco anos depois dos ataques terroristas nos EUA a 11 de Setembro.

Grupo Marktest,  17 outubro 2006

De um modo geral, os residentes em Portugal Continental com mais de 18 anos, consideram que o mundo está mais perigoso após os atentados de 11 de Setembro nos Estados Unidos. No caso concreto de Portugal, os entrevistados neste Barómetro também consideram que não foram tomadas medidas preventivas contra possíveis ataques terroristas.

Cinco anos após os atentados terroristas de 11 de Setembro, 76.4% dos inquiridos pelo Barómetro Marktest/DN/TSF de Setembro consideram que o mundo está hoje mais perigoso. Apenas 5.1% acham que está menos perigoso e para 15.8% está igual.

No que diz respeito ao território nacional, a maioria destes inquiridos não sente que foram tomadas medidas de segurança para prevenir possíveis ataques terroristas (58.2%). Para 33.4% essas medidas preventivas foram tomadas e 8.3% não sabe ou não responde à questão.

Já a invasão do Iraque por parte dos Estados Unidos e outros países, no âmbito de combate ao terrorismo, foi amplamente condenada por este grupo de entrevistados - 82.1% não concorda com esta invasão e apenas 7.1% concorda.

O envio de uma força de paz para o Líbano na qual se integram tropas portuguesas já é um assunto que divide mais os residentes em Portugal Continental: 40.5% são a favor e 51% são contra.

Enquanto que 51.2% dos homens é a favor da integração desta força de paz, 59.1% das mulheres é contra.

Por regiões Marktest, o "não" é maioritário em quase todas, excepção feita ao Litoral Norte, em que 48.1% está a favor do envio de tropas portuguesas para o Líbano.

Em termos de classes sociais, tanto a Alta/Média Alta, quanto a Média, estão a favor da decisão de Portugal integrar esta força de paz (respectivamente, 47.3% e 49.5%). Já 55.1% da classe Média Baixa/Baixa, é contra.

O Barómetro Marktest/DN/TSF é realizado regularmente junto dos residentes no Continente com 18 e mais anos. Consulte a Ficha Metodológica deste Barómetro ou contacte-nos para mais informações sobre este assunto.

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