Encomendar refeições pelo telefone
Grupo Marktest,  3 novembro 2004

placeholder Perto de um milhão e trezentos mil portugueses com 15 e mais anos costumam encomendar refeições pelo telefone, segundo os resultados do estudo Consumidor 2004, da Marktest.

De acordo com este estudo, o número de indivíduos que afirmam costumar encomendar refeições pelo telefone é de 1 256 000, valor que corresponde a 15.1% do universo em estudo pelo Consumidor.

Com valores acima da média, encontramos os residentes na região da Grande Lisboa, com 28.2% de referências a este hábito. Também os homens apresentam uma taxa superior à das mulheres - 17.7%, contra 12.8%, respectivamente. Da mesma forma, registam-se valores superiores à média junto dos indivíduos entre os 25 e os 34 anos: 22.8% afirma encomendar refeições pelo telefone.

Mas é ao nível da classe social e sobretudo ao nível da ocupação que se registam as maiores diferenças relativamente ao valor médio do Universo. Assim, 31.8% dos indivíduos das classes alta e média alta afirmam costumar encomendar refeições pelo telefone - um valor duas vezes superior à média. Por ocupação, destacam-se claramente os quadros médios e superiores, já que quase um terço deles (32.4%) afirma ter este hábito de consumo. Também os estudantes apresentam um índice muito superior à média - 24.2% deles diz costumar encomendar refeições pelo telefone.

Uma análise do perfil dos indivíduos que fazem estas encomendas evidencia que 50.1% deles residem nas regiões da Grande Lisboa ou do Grande Porto, 55.9% são homens, 49.7% têm entre 25 e 44 anos, 68.7% pertencem às classes alta, média alta e média e 38.0% são quadros médios e superiores ou estudantes.

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De acordo com o estudo Brand Index, da Marktest, estes indivíduos registam afinidade elevada com marcas como a Honda, nos automóveis, a Telepizza e Pizza Hut, nas cadeias de fast food, a Vigor, no leite, a Lays, nas batatas fritas, ou a Crunch, nos chocolates, de que obtêm índices de consumo/utilização muito superiores à média. Pelo contrário, registam consumos inferiores à média de marcas como a Fitness, nos cereais, a Cristal, nas cervejas, a Cruzeiro, nas águas, a Palmolive, nos champôs, a Gillette, nos desodorizantes, ou a Pop, nos detergentes de roupa.

Esta análise foi realizada com base nos resultados dos estudos da Marktest, Consumidor 2004 e Brand Index 2004. Contacte-nos para mais informações sobre este assunto.

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