Indicadores de Confiança

O Instituto Nacional de Estatística publicou esta semana um conjunto de resultados obtidos a partir do “Inquérito de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores”, referente ao mês de Dezembro.

Relativamente à Indústria Transformadora, o indicador de confiança respectivo registou uma quebra no mês de Dezembro, após cinco meses de evolução positiva.

Também o indicador de confiança nos Serviços diminuiu, à semelhança do referido anteriormente. Segundo o INE, o indicador de confiança nos Serviços atingiu um novo mínimo histórico (-12). O valor obtido justifica-se pelo comportamento de todas as suas componentes (actividade actual, carteira de encomendas e perspectivas da procura) – sendo que, em todas as componentes, os valores diminuíram quando comparados com os meses anteriores).

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O indicador de confiança dos Consumidores, que desde Maio vinha apresentando uma evolução positiva, inverteu, em Dezembro, esta tendência, reaproximando-se do valor de Setembro. As componentes deste indicador seguiram a tendência geral – a situação financeira no lar, a situação económica geral e o desemprego no país, para os próximos 12 meses, apresentaram uma diminução no mês de Dezembro. Apenas a quarta componente – capacidade de poupar dinheiro nos próximos 12 meses – contrariou a tendência geral, mantendo o sentido ascendente.

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O indicador de confiança da Construção e Obras Públicas apresentou o seu melhor resultado, nos últimos 10 meses. Resultado disso, foi o comportamento positivo das componentes que o constituem (carteira de encomendas actual e perspectivas de emprego nos próximos 3 meses).

Também o indicador de confiança do Comércio apresentou um evolução positiva, mantendo a recuperação que se tem vindo a verificar nos últimos 5 meses. O valor apresentado por este indicador geral é muito influenciado pelo pessimismo verificado sobretudo no comércio a retalho.



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