A geografia da sinistralidade rodoviária

Em Portugal, o INE contabilizou, em 2005, mais de 37 mil acidentes de viação com vítimas. O sistema de informação Sales Index da Marktest mostra a geografia desta sinistralidade.

Grupo Marktest,  26 junho 2007

Foram 37 066 os acidentes de viação com vítimas contabilizados pelo INE em 2005, que vitimaram 50 343 indivíduos. Em termos médios, estes números equivalem a dizer que, por cada 1000 residentes em território nacional, quase cinco estiveram envolvidos num acidente nesse ano. A taxa de morbilidade neste contexto foi de 4.8 vítimas por mil habitantes.

Os concelhos mais populosos, Lisboa, Sintra e Porto, foram também os que registaram maior número de acidentes de viação e de vítimas atingidas. Mais de 11% do total de acidentes e de vítimas foram contabilizados nestes três concelhos.

Uma análise por habitante, mostra um mapa diferente, onde o traçado da A1 e da A2 se poderia sobrepor à representação do número de acidentes e de vítimas por 1000 habitantes.

Nesta análise, é Ourique o concelho com o valor mais elevado (15.4 vítimas de acidentes por 1000 habitantes), certamente por se encontrar na "fronteira" do Algarve e assim acolher um fluxo de tráfego muito elevado e oriundo de todo o país (e não só). Grândola (14.1‰) e Alcácer do Sal (13.5‰) são outros dos concelhos com maior número de vítimas de acidentes por 1000 habitantes.

Os dados do INE, disponíveis no sistema de informação Sales Index da Marktest, mostram ainda que estes acidentes provocaram a morte a 1 094 indivíduos, tendo ainda feito 3 762 feridos graves e 45 487 feridos ligeiros.

Esta análise foi realizada com base em informação constante no sistema Sales Index da Marktest. Contacte-nos se pretende mais informação sobre este assunto.

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