Genéricos: Médicos contra substituição de prescrição
Genéricos representam 8.3% das prescrições dos Clínicos Gerais
Apenas 6% dos clínicos inquiridos afirmou que os fármacos Genéricos não fazem parte de seu arsenal terapêutico actual. Mais de metade dos médicos Clínicos Gerais não autorizam substituição de prescrição
Em oposição, 20% dos clínicos inquiridos afirma autorizar a substituição nas circunstâncias descritas. Este valor é significativamente superior junto dos clínicos do Porto (25%) e restante zona Norte do País (31%). Ficha técnica |
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Segundo uma sondagem da Novadir realizada junto dos médicos Clínicos Gerais sobre os fármacos Genéricos, mais de metade afirmou tencionar não dar autorização para a substituição de receituário de marca por um equivalente genérico.
A primeira constatação da sondagem realizada pela Novadir assenta na caracterização da situação actual face à prescrição deste tipo de fármacos: considerando o conjunto do receituário médio semanal, os Genéricos representam 8.3% das prescrições. É junto dos médicos Clínicos Gerais que exercem actividade clínica há menos de 20 anos e residentes no Sul e Ilhas, que esta percentagem é mais elevada, cabendo aos Genéricos cerca de 11% do total do receituário semanal.
Perante o aparecimento de um novo modelo de receita médica que contemple a possibilidade do clínico autorizar a substituição da sua prescrição (pelo utente ou farmacêutico) por um medicamento equivalente genérico, mais de metade dos inquiridos pronunciou-se de forma desfavorável: 54% não tenciona dar este consentimento.