Médicos em Greve

Novadir,  22 junho 2004
A NOVADIR inquiriu 3 targets distintos - População adulta portuguesa de ambos os sexos, Farmacêuticos e Médicos de Clínica Geral - no sentido de aferir a opinião sobre a greve da classe médica por falta de pagamento das horas extraordinárias.

Do resultado obtido verificamos que mais de metade da População inquirida (61%) concorda com esta greve, sendo junto da população com idades compreendidas entre os 45 e 65 anos (66%), com instrução escolar superior (65%), classe social média alta (65%) e residentes na Grande Lisboa (71%) que a concordância é superior à média.
Os Farmacêuticos aparentam ser os que menos concordam com a greve dos médicos por falta de pagamento de horas extra. Contudo, o número de farmacêuticos que não emite opinião sobre esta matéria é elevado (20%).

É no Sul do país que encontramos o maior número de Farmacêuticos a concordar com esta forma de protesto (60%).
Como seria de esperar, dos 3 targets inquiridos, são os Médicos aqueles que mais concordam com esta greve - mais de 2/3 dos Clínicos Gerais inquiridos respondem afirmativamente. Esta situação encontra maior expressão junto dos Clínicos Gerais inquiridos na região de Coimbra (83%).

Ficha técnica

Estudo elaborado pela NOVADIR, junto de uma amostra de: 805 indivíduos de ambos os sexos, com mais de 18 anos, residentes em Portugal Continental; 100 médicos Clínicos Gerais, que exercem práctica clínica em Lisboa, Porto e Coimbra; 156 Directores Técnicos/ Farmacêuticos de farmácias de Portugal Continental. Recolha: Abril 2004

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