Médicos a impulsionar genéricos

Novadir,  2 junho 2005

Em pouco mais de dois anos, a quota de medicamentos genéricos em Portugal passou de 1% em 2002 para quase 12% no primeiro trimestre de 2005, tendo sido esta evolução já reconhecida como um êxito por entidades europeias.

As razões identificadas para este forte crescimento prendem-se quer com medidas implementadas pelos Governos, quer pelo aumento dos níveis de confiança dos portugueses, relativamente à eficácia e segurança dos medicamentos genéricos. Por outro lado, as campanhas informativas levadas a cabo por entidades públicas e privadas, bem como os próprios médicos, têm contribuído para um maior esclarecimento da população relativamente aos genéricos.

Os resultados de um estudo realizado pela NOVADIR junto de médicos de Clínica Geral (com prática em Lisboa, Porto e Coimbra), e dos Farmacêuticos (a nível nacional), vêm reafirmar que, no futuro, continuarão a ser a classe médica e o Governo os agentes que maior influência terão na generalização da utilização de medicamentos genéricos em Portugal. O Médico, enquanto agente influenciador, é mais referido pela própria classe, enquanto que as Entidades Governamentais são mais mencionadas pela classe dos farmacêuticos.

À semelhança do que se tem vindo a verificar, também os Farmacêuticos e a Indústria Farmacêutica terão um papel fundamental na difusão da utilização de medicamentos genéricos em Portugal, segundo a opinião de 20 a 25% dos médicos e farmacêuticos inquiridos.

Ficha técnica

Sondagem realizada pela NOVADIR, empresa do Grupo Marktest, junto de:
  • Farmacêuticos - amostra aleatória de 206 profissionais de farmácia (Directores Técnicos e Farmacêuticos) com representatividade a nível nacional, com recolha em Março de 2005;
  • Médicos - amostra aleatória de 153 médicos de Clínica Geral, com práctica clínica em Lisboa, Porto e Coimbra, com recolha durante o mês de Abril de 2005.

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